IA, Engenharia, Contexto, GenAI
O que 1998 pode nos ensinar sobre o futuro da IA?
28/04/2026

Quem codava nos anos 90 sabe: cada byte era uma vitória e a memória RAM era o recurso mais sagrado do sistema. Se você não gerenciasse bem os recursos, o projeto simplesmente não rodava.
Recentemente, parei para refletir: será que estamos usando as ferramentas e recursos de IA da forma certa hoje, ou estamos tratando o "contexto" como se fosse infinito? Naquela época, aprendemos a ser cirúrgicos. Hoje, com a abundância de LLMs, agentes e MCPs, é fácil cair na armadilha de entupir o modelo com informações desnecessárias, o que gera lentidão, custo e alucinações.
Minha conclusão: A senioridade hoje não está apenas em saber escrever o prompt, mas em saber "limpar o terreno".
- Contexto é a nova RAM: Se você entope a IA com lixo, ela vai te entregar ruído.
- Ferramentas certas: Às vezes, uma CLI resolve o que um agente pesado complica.
- Propósito: Passamos mais tempo "afiando o machado" para que o corte seja preciso.
A tecnologia mudou, mas a disciplina de engenharia continua a mesma. No meu fluxo com GenAI, tenho voltado às raízes: tratar o contexto como recurso escasso para extrair o máximo de inteligência estratégica.
E você? Está tratando o contexto da sua IA como RAM de 1998 ou como se fosse infinito?